Carmem Fidalgo / Psicopedagoga

Consultoria psicopedagógica: distúrbios de aprendizagem, dislexia, sexualidade infantil. Acompanhamento psicopedagógico e pedagógico. Palestras e consultoria. Consultório: Rua Bolívar Ribeiro Boaventura, 579 Jd. Danfer SP/SP - Tels: 2541-5534 / 9874

Carmem Fidalgo / Psicopedagoga

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Terra Blog

28.04.09

Frases Perfeitas ....


Amar é encontrar na felicidade de outrem a própria felicidade.

Gottfried Leibnitz)


As mais lindas palavras de amor, são ditas no silêncio de um olhar.

(Leonardo da Vinci)

O homem não morre quando deixa de viver, mas sim quando deixa de amar.

(Charles Chaplin)


Faz a tua ausência para que alguém sinta a tua falta.
Mas não prolongue demais para que esse alguém não sinta que pode viver sem você.

(Flóra Cavalcanti)


Há pessoas que transformam o sol numa simples mancha amarela, mas há aquelas que fazem de uma simples mancha amarela o próprio sol.

(Pablo Picasso)

Faça os seus dias valerem as lembranças.

(Bill Milton)


Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de errar.

(Willian Shakespeare)

A morte não é a maior perda da vida.
A maior perda da vida é o que morre dentro de nos enquanto vivemos.

Norman Cuisins)

No mar da vida há ondas fortes... (que eu chamo de momentos) não devemos afundar, porque quando elas passam, tudo se ilumina, tudo se transforma!

(Fatyly)

Daqui a cinco anos você estará bem próximo de ser a mesma pessoa que é hoje, exceto por duas coisas: os livros que ler e as pessoas de quem se aproximar.

(Charles Jones)

Temos aprendido a voar como os pássaros,
a nadar como os peixes, mas ainda não aprendemos
a sensível arte de viver como irmãos.


(Martin Luther King)


Todos os dias devíamos ouvir um pouco de música, ler uma boa poesia, ver um quadro bonito e, se possível, dizer algumas palavras sensatas.

(Goethe)

02.03.09

Seja Feliz !!!

categorias: motivação
(autor desconhecido, mas bem que podia ter sido eu!)

Se a felicidade já foi possível para você um dia, então, ser feliz agora também o é.
Se a felicidade vai ser possível no futuro, também é possível ser feliz agora.
Seja feliz com a pessoa que você é hoje.
Não, você ainda não é quem gostaria de ser.
Mesmo assim você tem todas as chances de se tornar a pessoa que quer ser.
Você gostaria de perder a aventura de alcançar todo seu potencial? Claro que não!
Seja feliz por ter ainda muito a conquistar, pois é nesse processo que se experimenta a riqueza da vida.
Se você ainda não tem certeza de qual caminho sua vida deve seguir, fique feliz por ter tantas possibilidades e divirta-se explorando-as.
Se você está cheio de problemas e responsabilidades, fique feliz por ter a possibilidade de fazer diferente e fortaleça-se ultrapassando os obstáculos.
Nada pode impedir você de ser feliz.
Ninguém pode afastar você da felicidade a não ser você mesmo.
Seja feliz agora mesmo.
Seja feliz agora mesmo?
Seja feliz agora mesmo!

Abraços e boa semana!


Chafic Jbeili
Psicanalista e Psicopedagogo

UM OLHAR CLÍNICO (PSICOPEDAGÓGICO) SOBRE AS DIFICU

categorias: Psicopedagogia

Adriana Francisca de Medeiros

Um olhar clínico não é um olhar que acontece só no meio médico, no espaço de uma clínica, como se pensava antigamente, e sim é decorrente de um método clínico de observação da realidade.Embora a palavra “clínica” tenha sua origem no termo grego kliné, que quer dizer leito no qual se observava ou se atendia um paciente, e tenha sido apropriada pela medicina durante muitos anos, o Método Clínico hoje utilizado pela Psicopedagogia foi ressignificado através da sua história, a mesma o utiliza como instrumento de investigação na coleta de dados para o diagnostico e intervenção das dificuldades de aprendizagem apresentadas por seus clientes.

A Psicopedagogia, portanto, herdou um método clínico que lhe permite intervir junto a um sujeito ou a um grupo de sujeitos que aprendem, em situação terapêutica ou educacional, considerando o dito e o não dito, a ação do sujeito sobre o objeto de aprendizagem, que não é paciente e sim agente, e as conclusões que ele pode retirar desta ação. Portanto, o olhar clínico em Psicopedagogia, é um olhar que tem a intenção de perceber um sujeito que aprende, de forma inteira, em relação com os outros sujeitos, com a cultura, com a história, com os objetos de aprendizagem e com as normas estabelecidas no contexto em que vive. Este Olhar Clínico se volta para alguém que está pretendendo evitar ou superar dificuldades com relação à aprendizagem. As dificuldades com a aprendizagem podem decorrer de diversas causas, e os sintomas que aparecem, quase sempre, estão ligados ao uso do instrumental simbólico, cujo domínio nos permite aprender todos os conhecimentos do mundo – a linguagem escrita, oral, corporal, cartográfica, matemática, visual, informática etc.Estas dificuldades, na maioria das vezes, não são dificuldades que se localizam dentro de um sujeito, e sim na relação entre ele e o conhecimento ou entre ele e aqueles que ensinam..

Como vimos, o objeto central de estudo da psicopedagogia está estruturado em torno do processo de aprendizagem humana: seus padrões evolutivos normais e patológicos, bem como a influência do meio no seu desenvolvimento. Pela complexidade do seu objeto de estudo, são imprescindíveis conhecimentos específicos de diversas teorias, dentre elas podemos destacar as contribuições da psicanálise que se encarrega do mundo inconsciente; da pedagogia como ciência da educação que procura estabelecer com precisão como organizar a ação do ato de aprender , como também que procedimentos lançar mão; da psicologia que é responsável por observar o comportamento do sujeito nas relações grupais , familiares e institucionais. Por ser a psicopedagogia um campo de estudo interdisciplinar, outras ciências, além das citadas, vêm contribuir para desvelar o complexo objeto de estudo da psicopedagogia – o aprender .

Para Fernandez (1991,p.47)
O ser humano para aprender deve pôr em jogo: seu organismo individual herdado, seu corpo construído especularmente, sua inteligência autoconstruída interacionalmente e a arquitetura do desejo, desejo que é sempre desejo do desejo de outros.
Portanto, percebemos, a partir da citação acima, que a Psicopedagogia procura estudar e desenvolver uma teoria que vá além do perceptível ao olhar de um profissional da educação ou outro profissional. Aquela estudiosa faz uma distinção entre organismo e corpo. Organismo para ela é toda a estrutura física do ser humano, já o corpo é a imagem que se tem do físico, que é construída a partir da relação com o outro. “O organismo bem–estruturado é uma boa base para aprendizagem, e as perturbações que posa sofrer condicionam dificuldades nesse processo.”

Fernàndez explicita seus pressupostos argumentando:
Desde do princípio até o fim, a aprendizagem passa pelo corpo.(...) o corpo coordena e a coordenação resulta em prazer de domínio. (...) A apropriação do conhecimento implica no domínio do objeto, sua corporização prática em ações ou em imagens que necessariamente resultam em prazer corporal.(1991, p.59)

Em relação ao desejo e à inteligência, a teoria Psicopedagógica difere em primeiro momento à vontade do desejo, para a mesma o desejo é algo mais que à vontade, e está relacionada intimamente à sexualidade do indivíduo, ou seja, algo inconsciente.

Os estudos psicanalíticos contribuíram significativamente para explicar o nível de desejo imbricado no ato de aprender.

Ainda de acordo com a psicopedagoga Fernàndez:
Para psicanálise os processos inteligentes surgem a partir de uma derivação da energia sexual para o objeto diferente e socialmente aceito. Quando a criança por volta de 5 – 7 anos entra no período de latência, a curiosidade sexual infantil típica da etapa edípica se reprime e se sublima. A criança transforma a curiosidade sexual prévia, dirigindo-se para objetos de conhecimento socialmente aceitos. Esta derivação da energia motiva o interesse na investigação - segundo a psicanálise- e implica, então, uma repressão exitosa e uma derivação da energia sexual. (2001)


Corroborando com a análise de Fernàndez acerca da subjetividade imbuída no processo de aprendizagem, Trinca & Barone (1996, p.50) conceitua:
(...) em face das primeiras experiências de aprendizagem escolar, a criança atualiza e expressa sua maneira pessoal e particular de lidar com a realidade, maneira esta que é reedição das historias de suas relações passadas. Com isto, a própria situação de aprendizagem coloca a criança, novamente, todas as questões vividas anteriormente em seus primeiros relacionamentos. Se aquelas crianças que puderam resolver mais satisfatoriamente suas questões narcísicas e edípicas, e por isso desenvolver melhor sua capacidade de simbolização, podem vivenciar mais tranqüilamente o processo de aprendizagem escolar, o mesmo não acontece com aquelas que ainda estão às voltas com tais questões, e que atualizam, repetem e expressam seus conflitos inconscientemente na relação de aprendizagem.

A concepção de inteligência para a Psicopedagogia está fundamentada na teoria de Piaget, baseada no desenvolvimento cognitivo que se dá pela assimilação do objeto do conhecimento e as capacidades do sujeito para acomodar as estruturas diante do objeto assimilado.
Para Jean Piaget (apud FONTANA, 1985), a criança tem uma forma própria e ativa de raciocinar e de aprender, que evolui, por estágios, até a maturidade intelectual. Elas não podem ser comparadas a um adulto, seus erros apenas caracterizam uma forma particular de pensar.

A inteligência humana se desenvolve baseado em três correntes teóricas: o empirismo, o racionalismo e o construtivismo.

O empirismo é uma concepção teórica que parte do princípio de que o desenvolvimento da inteligência é determinado pelo meio ambiente e não pelo sujeito, ou seja, de fora para dentro. A idéia é que o ser humano não nasce inteligente, mas passivamente submetido às forças do meio, que provocam suas reações, a satisfatórias são incorporadas e as insatisfatórias tendem a serem eliminadas, assim, o desenvolvimento intelectual pode ser totalmente modelado de fora, pois a força que o determina se encontra nos estímulos externos e não no indivíduo.
A concepção teórica do racionalismo parte do princípio de que o desenvolvimento da inteligência é determinado pelo indivíduo e não pelo meio, sendo concebida de dentro para fora. A idéia é que o ser humano já nasce com a inteligência pré-moldada. A lógica seria uma capacidade inata do homem. À medida que o ser humano amadurece, ele vai reorganizando sua inteligência pelas percepções que tem da realidade, e essas percepções dependem de capacidades que são inerentes ao indivíduo e não dos estímulos externos.
Na concepção teórica construtivista, que tem como precursor Piaget, o princípio é que o desenvolvimento da inteligência é determinado pelas ações mútuas entre o indivíduo e o meio. A idéia é que o homem não nasce inteligente, mas também não é passivo sob a influência do meio. Ao contrário, responde aos estímulos externos agindo sobre eles para construir e organizar o seu próprio conhecimento, de forma cada vez mais elaborada.
Na concepção piagetiana, a vida mental é, em essência, “auto-regulação”, onde o indivíduo vive em constante desequilíbrio, buscando se reequilibrar, e isso é feito por adaptação e por organização. A adaptação tem duas formas básicas: a assimilação e a acomodação. Na assimilação o indivíduo usa as estruturas psíquicas que já possui. Se elas não forem suficientes, é preciso construir novas estruturas. A acomodação consiste em acomodar aquilo que foi assimilado e reagir a um desequilíbrio para uma nova aprendizagem. Piaget (2004), diz que na “assimilação e na acomodação” se pode reconhecer a correspondência prática daquilo que serão mais tarde a dedução e a experiência, concluindo que a atividade da mente é a pressão da realidade de cada indivíduo no processo de novas aprendizagens.
Sabe-se que o indivíduo constrói e reconstrói continuamente as estruturas que o tornam cada vez mais apto ao equilíbrio. Mas essas construções seguem um padrão em idades mais ou menos determinado. São os estágios, de desenvolvimento cognitivo que se dividem em vários subestágios.

Sensório-motor (0 a 2 anos):
A partir de reflexos neurológicos básicos, o bebê começa a construir esquemas de ação para assimilar o meio. A inteligência é prática, as noções de espaço e tempo, por exemplo, são construídos pela ação. O contato com o meio é direto e imediato, sem representação ou pensamento.
Pré-operatório (2 a 7 anos)
A criança se torna capaz de representar mentalmente pessoas e situações. Já pode agir por simulação. Sua percepção é global, sem discriminar detalhes: deixa-se levar pela aparência, sem relacionar aspectos. É centrada em si mesma, pois não consegue colocar-se abstratamente no lugar do outro.
Operatório-concreto (7 a 11 anos)
Nessa fase, a criança já é capaz de relacionar diferentes aspectos e abstrair dados da realidade. Não se limita a uma representação imediata, mas ainda depende do mundo concreto para chegar à abstração. Desenvolve também a capacidade de refazer um trajeto mental, voltando ao ponto inicial de uma situação.
Lógico-formal (12 anos em diante)
A representação agora permite a abstração total. A criança não se limita mais a representação imediata nem somente às relações previamente existentes, mas é capaz de pensar em todas as relações possíveis logicamente.
Ainda respaldada na teoria Piagetina, a psicopedagogia utilizou, os estudos do suíço, no que diz respeito ao equilíbrio para estruturar o conhecimento que Piaget chamou de assimilação e acomodação, como citado anteriormente, e desenvolveu terminologias para identificar os processos de aprendizagem patológicos como: hipoacomodação, hiperacomodação, hiperassimilação e hipoassimilação.
A leitura e a escrita, por fazer parte da aprendizagem humana , fazem parte dos estudos psicopedagógicos.

Como confirma Barone( 1993,p.38)
Penso que a criança, frente às primeiras experiências de aprendizagem da leitura e da escrita, revive, repete e expressa sua maneira esta que é a reedição da historia de suas relações passadas. Assim, as experiências de fracasso nesta aprendizagem, alem de terem sido influenciadas por esta condição pessoal da criança, infligem um ataque a seu narcisismo, ao qual a criança reage de diferentes maneiras,mas sempre segundo suas possibilidades, a fim de preservar ou recuperar a perfeição narcísica perdida.

Contata-se, porém, que estamos longe de dar conta da complexidade e das diferentes nuances que é a aquisição das habilidades da leitura e da escrita. Não podemos negar a contribuição de muitas teorias que defendem, como condição necessária habilidades perceptivas motoras, lingüísticas, sintáticas e morfológicas.



REFERÊNCIAS:
FERNÁNDEZ. A inteligência aprisionada. Porto Alegre: Artmed,1991.
______. Os idiomas do aprendente: uma análise de modalidades ensinantes em famílias, escolas e meios de comunicção, Porto Alegre: Artmed,2001.
FONTANA, Roseli. Psicologia e trabalho pedagógico. São Paulo: Atual, 1985.
PIAGET, Jean. Seis estudos de psicologia. 24 ed. Rio de Janeiro: Florense Universitária, 2004.
TRINCA, Walter; BARONE, Leda Maria Codeço. O procedimento de desenhos –estórias na avaliação das dificuldades de aprendizagem. In: Avaliação Psicopedagógica da criança de sete a onze anos.Petrópolis,RJ: Vozes,1996.


Publicado em 26/01/2009 17:05:00

Foto de Carmem Fidalgo

categorias: Psicopedagogia

22.11.08

Educar é ....

- Educar -  Rubem Alves

“Educar é mostrar a vida

a quem ainda não a viu.

O educador diz: “Veja!”

- e, ao falar, aponta.

O aluno olha na

direção apontada e

vê o que nunca viu.

Seu mundo

se expande.


Ele fica mais

rico interiormente...”

“E, ficando mais rico interiormente, ele

pode sentir mais alegria

e dar mais alegria - que é a razão pela qual vivemos.”

“Já li muitos livros sobre psicologia da educação, sociologia da educação, filosofia da educação –
mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação do olhar ou à importância do olhar na educação,em qualquer deles.”

“A primeira tarefa da educação é ensinar a ver...

“É através dos olhos que as crianças tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo...”

“Os olhos têm de ser educados para que nossa alegria aumente.” “A educação se divide em duas partes:
1-educação das habilidades
e 2-educação das sensibilidades...”

“Sem a educação das sensibilidades, todas as habilidades são tolas e sem sentido.”

“Os conhecimentos nos dão meios para viver.

A sabedoria nos dá razões para viver.”

“Quero ensinar as crianças.
Elas ainda têm olhos encantados.
Seus olhos são dotados daquela qualidade que,

para os gregos, era o início do pensamento:...”

“...a capacidade de se assombrar diante do banal.”

“Para as crianças, tudo é espantoso:

um ovo, uma minhoca, uma concha de caramujo, o vôo dos urubus,

os pulos dos gafanhotos, uma pipa no céu, um pião na terra.

Coisas que os eruditos não vêem.”

“Na escola eu aprendi complicadas classificações botânicas,

taxonomias, nomes latinos – mas esqueci.

Mas nenhum professor jamais chamou a minha atenção para a beleza de uma árvore... ...ou para o curioso das simetrias das folhas.”

“Parece que, naquele tempo, as escolas estavam mais preocupadas em fazer com que os alunos decorassem palavras que com a realidade para a qual elas apontam.”

As palavras só têm sentido se nos ajudam a ver o mundo melhor.

Aprendemos palavras para melhorar os olhos.”

Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem...

“Quando a gente abre os olhos, abrem-se as janelas do corpo, e o mundo aparece refletido dentro da gente.”

“São as crianças que, sem falar, nos ensinam as razões para viver.

Elas não têm saberes a transmitir.
No entanto, elas sabem o essencial da vida.”
“Quem não muda sua maneira adulta de ver e sentir e não se torna como criança jamais será sábio.”


Rubem Alves – Nasceu em 15 de setembro de 1933, em Boa Esperança, Minas Gerais.

Mestre em Teologia, Doutor em Filosofia, psicanalista e professor emérito da Unicamp. Tem três filhos e cinco netas.

Poeta, cronista do cotidiano, contador de histórias, um dos mais admirados e respeitados intelectuais do Brasil.

Ama a simplicidade

Ama a ociosidade criativa

Ama a vida, a beleza e a poesia

Ama as coisas que dão alegria

Ama a natureza e a reverência

pela vida

Ama os mistérios

Ama a educação como fonte de esperança e transformação

Ama todas as pessoas, mas tem um carinho muito especial pelos alunos e professores

Ama Deus, mas tem sérios problemas com o que as pessoas pensam e/ou dizem a Seu respeito

Ama as crianças e os filósofos – ambos têm algo em comum:
fazer perguntas ...

Ama, ama, ama, ama...