Carmem Fidalgo / Psicopedagoga

Consultoria psicopedagógica: distúrbios de aprendizagem, dislexia, sexualidade infantil. Acompanhamento psicopedagógico e pedagógico. Palestras e consultoria. Consultório: Rua Bolívar Ribeiro Boaventura, 579 Jd. Danfer SP/SP - Tels: 2541-5534 / 9874

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Arquivo de: Julho 2009

13.07.09

Gestão e Psicopedagogia

A PSICOPEDAGOGIA E A GESTÃO

Marcos Veloso de Albuquerque


Este artigo tem como objetivo promover um importante esclarecimento sobre o papel do psicopedagogo e na gestão das instituições educacionais. Palavras-chave: Multidisciplinaridade, conhecimento estratégico, gestão, planejamento, mudança.


Para um bom desempenho do psicopedagogo é necessário conhecimentos referentes a diversas áreas como a Pedagogia, a Psicologia genética e Social, a Neuropsicologia, a Psicanálise, a Linguística, entre outras, sendo estas as principais, integradas a outras funções como a Medicina, portanto uma especialização mutidisciplinar e interdisciplinar, encarregada de provocar indagações, reflexões e mudanças no ato das realidades interna e externa da aprendizagem, procurando estudar a construção do conhecimento em sua complexidade cognitiva, afetiva e social a que está sujeito os fenômenos das dificuldades de aprendizagem, relativo a processos (habilidades e atitudes) individuais e coletivos, modelos avaliativos e estágios, numa ação afirmativa a resgatar o saber-fazer e o saber-ser da instituição escola (ou outras instituições), seu corpo docente e administrativo, e do aluno, valorizando a heterogeneidade e interesses comuns a esta ação, que deve ser preventiva, senão remediadora, deixando de lado a idéia antiga do jargão “especialista em generalidades”, a qual gera-se incompreensões e desencontros, ruim para ambos os lados de uma gestão participativa, onde a psicopedagogia tem seu lugar comum.



Do ponto de vista do conhecimento estratégico, a concepção sistêmica de nossa realidade, contém um grau de complexidade que não é possível considerarmos referência fixa de um fenômeno real, como diria Morin (2007), “é preciso também compreender a unidade e a diversidade (...) aqueles que enxergam somente a unidade humana não vêm a diversidade e virse-versa. (...) é preciso reunir unidade e diversidade”. Precisamos de modelos abstratos e específicos estruturados a partir de conceitos como “gestão”, voltados para o grau de relações interpessoais de aprendizagem, chamados de learning organizations, onde a necessidade de aprender e suas implicações caminham a demonstrar a interferência na produtividade e na competência chamadas de learning set (processo de aprendizagem). Esse processo gestor deve obedecer o critério do empowerment ou simplesmente “descentralizar”, que segundo Costa (1997), tem como objetivo principal trazer o espaço da escola à reflexão sobre o ensino e a busca de alternativas para superar o fracasso escolar, para que possamos colaborar na sua descoberta e reconstrução desta sonhada “escola” por seus educadores e não por nós mesmos psicopedagogos.

Assim, segundo Maranhão (2008), o desenvolvimento de uma concepção crítica da educação compromentida com a realidade social e com sua transformação, não prescinde do planejamento. Planejar (do latim proficere – lançar, arremessar), envolve em sua base, compreender a realidade em todos os seus desdobramentos, tanto de tempo, quanto de espaço.

GESTÃO DO DESEMPENHO
A oportunidade de crescimento e de mudança de atitude e postura que pessoas e instituições devam ter diante da nova realidade, manifesto aqui a necessidade de interagir e indicar algumas idéias que favorecerão a todos nós como pessoas e profissionais, acreditando necessariamente que a grande revolução está na mudança do espírito humano e suas relações. São elas:



"Os modelos tradicionais para gestão das organizações não suportam as reivindicações contemporâneas. As mudanças superficiais e imediatas não são suficientes, não adianta mudar pessoas – demissões e admissões – substituir as máquinas e os equipamentos velhos por novos ou alterar a fachada, o layout, da empresa. A verdadeira mudança vem do abandono e do desaprendizado de tudo que foi aprendido até então, para que a dimensão criativa, afetiva e evolutiva possa se manifestar plenamente nas pessoas e nos grupos." (Waldemar Magaldi Filho - Gestão Organizacional nas Abordagens Junguiana e Integral)



Dicas para um bom desempenho:



1) Tome consciência de que há um tesouro em sua cabeça. Estimule-o!;

2) Todo dia, escreva pelo menos uma idéia sobre como fazer seu trabalho melhor, como ajudar outras pessoas, a empresa em que trabalha e como poderia ser mais feliz;

3) Faça anotações. Nunca saia sem papel e lápis. Nunca confie na memória;

4) Armazene idéias, para sua casa, para aumentar a eficiência e os relacionamentos;

5) Observe tudo cuidadosamente e absorva o que puder;

6) Desenvolva forte curiosidade sobre as pessoas, coisas e lugares;

7) Aprenda a escutar e a ouvir. Perceba o que não foi dito ou mostrado;

8) Descubra novas fontes com novas amizades e novas tecnologias;

9) Compreenda primeiro, julgue depois;

10) Seja sempre otimista e positivo, veja sempre o lado bom das coisas, sem ironias ou trapacear;

11) Escolha um lugar ou hora para pensar por alguns minutos;

12) Ataque os problemas de forma ordenada. Descubra primeiro qual é o real problema, senão jamais saberá sua solução;

13) Tamanho importa, sim! Cada grupo de trabalho tem sua autonomia e torna-se mais ágil nas decisões;

14) Exija falhas e não aceite o prejuízo. É o custo da inovação. Melhor que a estagnação;

15) Melhor formação não quer dizer que seja o melhor profissional;

16) Seja proativo e empreendedor, tome decisões, sim, mas cuidado com o imediatismo!;

17) Conhecimento é volátil e mutante. Aprenda a ser e esteja preparado para "aprender a aprender";

18) Mais importante do que saber o que fazer, é saber o que não fazer;

19) Seja comprometido com o que esteja fazendo (ou não), porém planeje sempre;

20) Seja persistente e aprenda com os próprios erros. Seja humilde e verá que a diferença está na diversidade.



Assim, somos humanos. Falhas existem e sempre existirão. No entanto, não podemos é nos acomodar. Como disse o 14° Dalai Lama, "vamos ter compaixão, paciência e tolerância".

Gestão e Psicopedagogia

A PSICOPEDAGOGIA E A GESTÃO

Marcos Veloso de Albuquerque


Este artigo tem como objetivo promover um importante esclarecimento sobre o papel do psicopedagogo e na gestão das instituições educacionais. Palavras-chave: Multidisciplinaridade, conhecimento estratégico, gestão, planejamento, mudança.


Para um bom desempenho do psicopedagogo é necessário conhecimentos referentes a diversas áreas como a Pedagogia, a Psicologia genética e Social, a Neuropsicologia, a Psicanálise, a Linguística, entre outras, sendo estas as principais, integradas a outras funções como a Medicina, portanto uma especialização mutidisciplinar e interdisciplinar, encarregada de provocar indagações, reflexões e mudanças no ato das realidades interna e externa da aprendizagem, procurando estudar a construção do conhecimento em sua complexidade cognitiva, afetiva e social a que está sujeito os fenômenos das dificuldades de aprendizagem, relativo a processos (habilidades e atitudes) individuais e coletivos, modelos avaliativos e estágios, numa ação afirmativa a resgatar o saber-fazer e o saber-ser da instituição escola (ou outras instituições), seu corpo docente e administrativo, e do aluno, valorizando a heterogeneidade e interesses comuns a esta ação, que deve ser preventiva, senão remediadora, deixando de lado a idéia antiga do jargão “especialista em generalidades”, a qual gera-se incompreensões e desencontros, ruim para ambos os lados de uma gestão participativa, onde a psicopedagogia tem seu lugar comum.



Do ponto de vista do conhecimento estratégico, a concepção sistêmica de nossa realidade, contém um grau de complexidade que não é possível considerarmos referência fixa de um fenômeno real, como diria Morin (2007), “é preciso também compreender a unidade e a diversidade (...) aqueles que enxergam somente a unidade humana não vêm a diversidade e virse-versa. (...) é preciso reunir unidade e diversidade”. Precisamos de modelos abstratos e específicos estruturados a partir de conceitos como “gestão”, voltados para o grau de relações interpessoais de aprendizagem, chamados de learning organizations, onde a necessidade de aprender e suas implicações caminham a demonstrar a interferência na produtividade e na competência chamadas de learning set (processo de aprendizagem). Esse processo gestor deve obedecer o critério do empowerment ou simplesmente “descentralizar”, que segundo Costa (1997), tem como objetivo principal trazer o espaço da escola à reflexão sobre o ensino e a busca de alternativas para superar o fracasso escolar, para que possamos colaborar na sua descoberta e reconstrução desta sonhada “escola” por seus educadores e não por nós mesmos psicopedagogos.

Assim, segundo Maranhão (2008), o desenvolvimento de uma concepção crítica da educação compromentida com a realidade social e com sua transformação, não prescinde do planejamento. Planejar (do latim proficere – lançar, arremessar), envolve em sua base, compreender a realidade em todos os seus desdobramentos, tanto de tempo, quanto de espaço.

GESTÃO DO DESEMPENHO
A oportunidade de crescimento e de mudança de atitude e postura que pessoas e instituições devam ter diante da nova realidade, manifesto aqui a necessidade de interagir e indicar algumas idéias que favorecerão a todos nós como pessoas e profissionais, acreditando necessariamente que a grande revolução está na mudança do espírito humano e suas relações. São elas:



"Os modelos tradicionais para gestão das organizações não suportam as reivindicações contemporâneas. As mudanças superficiais e imediatas não são suficientes, não adianta mudar pessoas – demissões e admissões – substituir as máquinas e os equipamentos velhos por novos ou alterar a fachada, o layout, da empresa. A verdadeira mudança vem do abandono e do desaprendizado de tudo que foi aprendido até então, para que a dimensão criativa, afetiva e evolutiva possa se manifestar plenamente nas pessoas e nos grupos." (Waldemar Magaldi Filho - Gestão Organizacional nas Abordagens Junguiana e Integral)



Dicas para um bom desempenho:



1) Tome consciência de que há um tesouro em sua cabeça. Estimule-o!;

2) Todo dia, escreva pelo menos uma idéia sobre como fazer seu trabalho melhor, como ajudar outras pessoas, a empresa em que trabalha e como poderia ser mais feliz;

3) Faça anotações. Nunca saia sem papel e lápis. Nunca confie na memória;

4) Armazene idéias, para sua casa, para aumentar a eficiência e os relacionamentos;

5) Observe tudo cuidadosamente e absorva o que puder;

6) Desenvolva forte curiosidade sobre as pessoas, coisas e lugares;

7) Aprenda a escutar e a ouvir. Perceba o que não foi dito ou mostrado;

8) Descubra novas fontes com novas amizades e novas tecnologias;

9) Compreenda primeiro, julgue depois;

10) Seja sempre otimista e positivo, veja sempre o lado bom das coisas, sem ironias ou trapacear;

11) Escolha um lugar ou hora para pensar por alguns minutos;

12) Ataque os problemas de forma ordenada. Descubra primeiro qual é o real problema, senão jamais saberá sua solução;

13) Tamanho importa, sim! Cada grupo de trabalho tem sua autonomia e torna-se mais ágil nas decisões;

14) Exija falhas e não aceite o prejuízo. É o custo da inovação. Melhor que a estagnação;

15) Melhor formação não quer dizer que seja o melhor profissional;

16) Seja proativo e empreendedor, tome decisões, sim, mas cuidado com o imediatismo!;

17) Conhecimento é volátil e mutante. Aprenda a ser e esteja preparado para "aprender a aprender";

18) Mais importante do que saber o que fazer, é saber o que não fazer;

19) Seja comprometido com o que esteja fazendo (ou não), porém planeje sempre;

20) Seja persistente e aprenda com os próprios erros. Seja humilde e verá que a diferença está na diversidade.



Assim, somos humanos. Falhas existem e sempre existirão. No entanto, não podemos é nos acomodar. Como disse o 14° Dalai Lama, "vamos ter compaixão, paciência e tolerância".

Violência Escolar

Fontes primárias da violência escolar
Por Chafic Jbeili – psicanalista e psicopedagogo

A violência escolar tende a diminuir quando a impositividade ao estudo é substituída pela compreensão do estudar. Ninguém deveria ir para escola antes de entender suas razões para aprender.

Há muito tempo pesquiso, informalmente, as causas mais remotas da violência escolar, motivo de tanto mal estar no sistema educacional, razão para o sofrimento de pais, educadores e educandos. Na multiplicidade de fatores desencadeantes da violência escolar pude abstrair um forte componente, dentre tantos: a impositividade ao estudo.

A fonte primária de toda violência está associada à tentativa de ajustamento do ego por meio de seus mecanismos de defesa. é o sujeito tentando sobreviver! Precisa processar milhões de informações, muitas vezes conflitantes, para se adaptar às imposições do ambiente.

Desta forma, compreendo a violência escolar como uma espécie de refugo da neurose criada pelas demandas de adaptação ao ambiente. A neurose dura até o exato momento em que o ego consegue uma solução para o impasse entre pensamentos contraditórios; e se estabelece justamente quando as defesas do ego falham. Idéias não elaboradas causam irritação.

Mas de onde vem esta irritação? Ela vem da supremacia de uma idéia conflitante com outras idéias anteriormente estabelecidas, a exemplo do princípio político de erradicação do analfabetismo e a falta de interesse pelo estudo por parte do aluno. Como mediador deste processo fadado ao fracasso está o professor mal remunerado, mal amparado tecnicamente e, por isto, mal reconhecido profissionalmente, quando na verdade tem feito milagres.

O Estado que se diz livre e democrático impõe, por força de lei, algumas regras que fazem muito sentido à sociedade como um todo, mas estas regras são, em sua essência, contrárias à natureza humana, causando, portanto, a neurose objeto do conflito de idéias fortes e consistentes, cada vez mais difícil para o ego despreparado sublimar, compensar, racionalizar, enfim, elaborar tal conflito. Daí a ansiedade, o estresse e depressão, considerados doenças do homem moderno e também por isto o estresse tem se antecipado às crianças.

O Governo, por meio de suas leis, determina a obrigatoriedade da pessoa fazer ou deixar de fazer certas coisas e, inadvertidamente, interfere nas escolhas consideradas de foro íntimo e pessoal, a exemplo da quantidade de cônjuges que uma pessoa deve ter; interrupção de gravidez; votar em tempos de eleição; prestar o serviço militar; declarar bens e rendas; idade para iniciar a trabalhar e até mesmo estudar. Estudar é obrigatório no Brasil. Pais podem perder a guarda de filhos que estejam fora do sistema de ensino.

Como é nocivo, em termos psíquicos, a pessoa ser constrangida a fazer algo contrário às suas crenças, vontades ou demandas. Como é revoltante fazer ou deixar de fazer algo por pura imposição. Embora a violência esteja também presente no código genético é no limiar das pressões do ambiente que o sujeito descobrirá uma forma para lidar com a situação opressora, muitas vezes precisando utilizar da força que dispõe, na forma que consegue aplicá-la.

Para a maioria dos estudantes, desde crianças a pós-graduandos, estudar é uma destas coisas que se faz à força, contra a vontade. Basta comparar a energia de expressão das crianças entre o momento de ir para a aula e a hora do recreio ou das férias. Nas aulas de pós-graduação não é diferente, pois boa parte dos acadêmicos está interessada apenas no certificado para melhorar sua renda ou status social, mas poucos os que se dedicam ao estudo e pesquisa.

Toda impositividade, independente de seu agente originário, pode deixar qualquer um com os nervos à flor da pele. Por isso, psiquiatras famosos escrevem livros e enchem auditórios em congressos sobre Educação. Fazem sucesso pregando o amor como alternativa eficiente para se efetivar o processo ensino-aprendizagem.

O amor, neste sentido, é apenas mais uma forma direta e objetiva de compensar a brutalidade da imposição ao estudo, auxiliando o ego destas crianças, adolescentes ou adultos que se vêem obrigados a frequentarem a sala de aula, seja por força de lei, por constrangimento social ou pela necessidade financeira. Repito: Ninguém deveria poder entrar na sala de aula antes de entender suas razões para aprender.

De qualquer forma, toda impositividade suscita desde simples irritação até a ira como resposta e, por conseguinte, o produto final quase sempre será a violência, pois é a forma como a sociedade ensina as pessoas lidarem com situações adversas. Observe as cantigas de crianças, os desenhos animados, os filmes de maior bilheteria. Todos os enredos ensinam e incitam a violência, nenhum enfatiza a moral, a ética e o caráter.

Continuarei a pesquisa sobre violência escolar, mas no momento encerro este texto citando Theodore Palmquistes: “O grande segredo da educação pública de hoje é sua incapacidade de distinguir conhecimento e sabedoria. Forma a mente e despreza o caráter e o coração. As conseqüências são estas que se vê”.

Sobre xícaras, café e pessoas

Sobre xícaras, café e pessoas.


Um grupo de ex-alunos, todos muito bem estabelecidos profissionalmente, se reuniu para visitar um antigo professor da universidade. Em pouco tempo, a conversa girava em torno de queixas, de estresse no trabalho e na vida como um todo.
Ao oferecer café aos seus convidados, o professor foi à cozinha e retornou com um grande bule e uma variedade de xícaras - de porcelana, plástico, vidro, cristal; algumas simples, outras caras, outras requintadas; dizendo a todos para se servirem. Quando todos os estudantes estavam de xícaras em punho, o professor disse:
Se vocês repararem, pegaram todas as xícaras bonitas e caras, e deixaram as simples e baratas para trás. Uma vez que não é nada anormal que vocês queiram o melhor para si, isto é a fonte dos seus problemas e estresse.
Vocês podem ter certeza de que a xícara em si não adiciona qualidade nenhuma ao café. Na maioria das vezes, são apenas mais caras e, algumas vezes, até ocultam o que estamos bebendo. O que todos vocês realmente queriam era o café, não as xícaras, mas escolheram, conscientemente, as melhores xícaras... e então ficaram todos de olho nas xícaras uns dos outros.
Agora pensem nisso:
A Vida é o café, e os empregos, dinheiro e posição social são as xícaras.
Elas são apenas ferramentas para sustentar e conter a Vida... e o tipo de xícara que temos não define, nem altera, a qualidade de Vida que vivemos.
Às vezes, ao nos concentrarmos apenas na xícara, deixamos de saborear o café que Deus nos deu.
Deus côa o café, não as xícaras...


Saboreie seu café!!!