Carmem Fidalgo / Psicopedagoga

Consultoria psicopedagógica: distúrbios de aprendizagem, dislexia, sexualidade infantil. Acompanhamento psicopedagógico e pedagógico. Palestras e consultoria. Consultório: Rua Bolívar Ribeiro Boaventura, 579 Jd. Danfer SP/SP - Tels: 2541-5534 / 9874

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Arquivo de: Abril 2008

30.04.08

Seu filho sofre isso ?

BULLYING: O QUE É E COMO PROCEDER

Mônica Nardy Marzagão
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Um tema ambíguo de nossa sociedade é o chavão de que criança é sinônimo de bondade. Vejamos o que corrobora o enunciado supracitado.
Crianças maiores agridem as menores, ateam fogo no rabo de bichanos, são egoístas (não confundir com o egocentrismo próprio da primeira infância), querem tudo para si mesmas, maltratam os combalidos e participam de Bullying. Este não é o perfil de um bom samaritano! Quero ressalvar que sou uma veemente defensora dos direitos da infância, mas não posso cerrar os olhos para algo de talhe tão tenebroso.
Você sabe o que significa bullying? Bullying é uma palavra da língua inglesa que significa gozar, humilhar, intimidar, ofender, agredir, discriminar e colocar epítetos maliciosos em um determinado indivíduo. É um conjunto de atitudes hostis propositadas, recorrentes e sem causa manifesta, empreendido por um sujeito (ou grupo) que ocasiona aflição a outrem.
Muitas pessoas consideram o bullying evento “natural” que ocorre na infância e na adolescência. Porém não é algo pueril, que se pode derrotar de um dia para o outro. Bullying é um mal que satura a vida de alguém. Para que possamos compreender a angústia que motiva, imaginemos, como exemplo, que alguém diga que seu cabelo está bizarro, possivelmente, você irá imediatamente ao espelho mais próximo para se ajeitar. Agora, conceba duas ou mais pessoas, rotineiramente, escarnecendo de seu cabelo.
Este panorama é intolerável, sua auto-estima é solapada sistematicamente e, em contrapartida, os perversos geradores do bullying são alçados a condição de heróis. O que você faria? Matar-se-ia? Há criança que coloca termo à própria vida, com a percepção de que sua vida é destituída de préstimo, que tem de morrer por ter feição disforme.
O bullying é um lesivo “monólito” de comportamento que está longe de ser inócuo, pois leva a vítima ao retraimento, ao declínio do rendimento escolar, à oscilação emocional e à depressão. Conforme uma pesquisa feita pela Abrapia - Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência, a escola é o ambiente de maior incidência do bullying, sendo os meninos entre 7 e 16 anos os mais açodados.
A escola não pode camuflar tal acontecimento, habitualmente percebível em seus domínios. Compete-lhe conter, austeramente, esta conduta aviltante, resguardando tanto os agressores quanto os agredidos. É imperioso apreciar com cautela em igual quantidade vítima e agressor, pois o autor do bullying já foi anteriormente alvo.
Entre as atitudes que a escola pode tomar para circunscrever estas ocorrências, é ter como tema transversal o ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente, que entende o currículo como componente constitutivo do caráter do aluno. Os procedimentos educacionais protocolares não podem se eximir de ponderar como conhecimento escolar a legislação infanto-juvenil. A elisão do estabelecimento de ensino tem implicações atemorizantes e a esta não convém educar pessoas alienadas e apáticas, que ignorem seus direitos.
O que deve ser feito para coibir o bullying? Pais e educadores devem encorajar as vítimas a denunciarem seus agressores. O maior problema na detecção do bullying é o alvejado, usualmente, suportar em segredo, com receio de retaliação dos colegas, caso exponha o que está ocorrendo para um adulto.
O cenário é sombrio, porém genitores e professores não necessitam ficar paranóicos e conter todas as brincadeiras dos pupilos. Os apelidos são, praticamente, inevitáveis entre crianças, entretanto compete aos adultos prepararem meninas e meninos a fim de que esses codinomes não sejam pretextos para chacotear, assim evita-se problemas posteriores aos que estão sendo subjugados.
Referências Bibliográficas
ABRAPIA – Associação Brasileira de Proteção à Infância e à Adolescência. Programa de redução do comportamento agressivo entre estudantes. Rio de Janeiro: www.abrapia.org.br. Acessado em 06/11/2007.
GREENE, Ross W. A criança explosiva - uma nova abordagem para compreender e educar crianças cronicamente inflexíveis e que se frustram facilmente. São Paulo: Integrare Editora, 2007.
TIBA, Içami. Disciplina: limite na medida certa. 37ª edição. São Paulo: Editora Gente, 1996.
_________. Educação e amor. São Paulo: Integrare Editora, 2006.
_________. Quem ama, educa! - formando cidadãos éticos. São Paulo: Integrare Editora, 2007.
ZAGURY, Tânia. Educar sem culpa – a gênese da ética. 24ª edição. Rio de Janeiro: Record, 2007.
_____________. Limites sem trauma. 20ª edição. Rio de Janeiro: Record, 2001.

28.04.08

Educação à Distância

O professor online e a pedagogia da transmissão

Marco Silva

Pouco se fala sobre isso nas universidades. Pouquíssimo se fala sobre isso nos cursos universitários de Pedagogia – aqueles que deveriam ser os primeiros a se posicionar a respeito. Há uma portaria do MEC que diz: as instituições de ensino superior do sistema federal poderão introduzir, na organização pedagógica e curricular de seus cursos reconhecidos, a oferta de até 20% das disciplinas que, em seu todo ou em parte, utilizem método não presencial, ou seja, a distância. Esta portaria (nº2.253, de 18/10/2001) completa agora um ano e é preciso convocar os professores – não só os universitários – ao debate sobre suas habilidades com o ambiente de aprendizagem online, uma vez que a educação a distância em papel perdeu seu trono para a internet.

A educação via internet vem se apresentando como grande desafio para o professor, acostumado ao modelo clássico de ensino da sala de aula presencial. São dois universos distintos no que se refere ao paradigma comunicacional dominante. Enquanto a sala de aula tradicional está vinculada ao modelo unidirecional “um-todos”, que separa emissão ativa e recepção passiva, a sala de aula online está inserida na perspectiva da interatividade, entendida aqui como colaboração “todos-todos” e como “faça você mesmo” operativo. Acostumado ao modelo da transmissão de conhecimentos prontos, o professor se sente pouco à vontade no ambiente online interativo, onde os aprendizes podem ser co-autores da comunicação e da aprendizagem. ( ... )

No ambiente online o professor terá que modificar sua velha postura, inclusive para não subutilizar a disposição à interatividade própria do digital online. No lugar da memorização e da transmissão centradas no seu falar-ditar, o professor propõe a aprendizagem aos estudantes modelando os domínios do conhecimento como espaços abertos à navegação, manipulação, colaboração e criação. Ele propõe o conhecimento em teias (hipertexto) de ligações e de interações, permitindo que os alunos construam seus próprios mapas e conduzam suas explorações.

De apresentador que separa palco e platéia, emissor e espectador, o professor passa a arquiteto de percursos, mobilizador das inteligências múltiplas e coletivas na experiência da co-criação do conhecimento. E o aluno, por sua vez, deixa a condição de espectador, não está mais submetido ao constrangimento da recepção passiva, reduzido a olhar, ouvir, copiar e prestar contas. Assim, ele cria, modifica, constrói, aumenta e torna-se co-autor da aprendizagem.

Aliás, o aluno aprendeu com o controle remoto da TV, com o joystick do videogame e agora aprende com o mouse. Esse trajeto resulta em migração da recepção passiva, para uma nova recepção que evita acompanhar argumentos lineares que não permitem interferência, agregação, modificação. O professor precisa se dar conta de que isso significa emergência de uma atitude menos passiva diante da mensagem. E que essa atitude vem exigir uma nova sala de aula presencial ou online, onde transmissão e “decoreba” estejam fora de lugar.

Para não violentar esse aluno e também a internet, o professor precisa aprender com o webdesigner e não mais com o apresentador de TV. Enquanto esse velho conhecido é o narrador que atrai o espectador de maneira mais ou menos sedutora para sua récita, o informata constrói uma teia de territórios abertos a navegações e dispostos a interferências, a manipulações. Para não subutilizar a natureza comunicacional da internet, para não subestimar a disposição comunicacional do aluno, o professor precisa perceber que a tela da TV é espaço plano de irradiação que só permite mudar de canal, enquanto a tela do computador é espaço tridimensional, que permite adentramento e manipulação dos conteúdos. Precisa perceber, enfim, que a tela da TV é para assistir e a tela do computador é para interagir, e que assim emerge uma nova ambiência comunicacional, já definida como cibercultura.

É preciso se colocar a par da cibercultura, isto é, da atualidade sócio-técnica informacional e comunicacional, definida pela codificação digital (bits), isto é, pela digitalização que garante o caráter plástico, fluido, hipertextual, interativo e tratável em tempo real do conteúdo, da mensagem. A codificação digital permite manipulação de documentos, criação e estruturação de elementos de informação, simulações, formatações evolutivas nos ambientes ou estações de trabalho do tipo Macintosh, Windows, Linux, concebidas para criar, gerir, organizar, fazer movimentar uma documentação completa com base em textos, grafismos, sons, imagens, vídeos e números.

O professor pode lançar mão dessa disposição do digital para potencializar sua sala de aula online. Ao fazê-lo, ele contempla atitudes cognitivas e modos de pensamento e de valores que se desenvolvem juntamente com o crescimento da cibercultura. Ou seja: contempla o novo espectador, a geração digital.

Por não perceber a nova ambiência comunicacional que emerge com o digital, o professor tenderá a manter em seus cursos via internet o mesmo modelo de ensino em que os conteúdos são distribuídos em sites educacionais estáticos, ainda centrados na transmissão de dados, desprovidos de mecanismos de interatividade, de criação coletiva, de aprendizagem construída. Como diz o pesquisador de EAD online Paulo Blikstein, do MIT, o paradigma permanece o mesmo do ensino tradicional. O professor é o responsável pela produção e pela transmissão do conhecimento. Assim, os cursos pela internet acabam considerando que as pessoas são recipientes de informação, e a educação continua a ser, mesmo na tela do computador online, o que ela sempre foi: repetição burocrática ou transmissão de conteúdos empacotados. Se não muda o paradigma, a internet acaba servindo para reafirmar o que já se faz.

É preciso não subutilizar a internet. Para além do site estático, feito com pacotes de informação e de exercícios a serem assimilados e cumpridos, é preciso investir na construção de arejados ambientes virtuais de aprendizagem, que disponibilizem ferramentas (interfaces) que permitam a participação e a colaboração dos aprendizes na construção da comunicação e do próprio conhecimento.

Os conteúdos são disponibilizados em forma de hiperlinks que permitem ao aprendiz transitar aleatoriamente por fotos, sons, filmes, textos, gráficos etc, e ainda interferir em conteúdos – necessitando para isso da colaboração do web-roteirista ou do instructional designer. Assim, ele vai além da lógica unívoca da mídia de massa, democratizando a relação do usuário com a informação e gerando um ambiente conversacional que não se limita à lógica da distribuição. Isso, associado a interfaces fáceis como fórum, chat, mural, galeria de produções, banco de dados abertos à manipulação e à intervenção livre e plural dos alunos e do professor, pode fazer a diferença.

Diante do computador online, o usuário transita da condição do espectador da TV, para a condição de sujeito operativo, participativo. O professor pode inquietar-se bem com essa transição e aí encontrar inspiração para reinventar sua autoria na sala de aula online, e também na sala de aula presencial e infopobre.

*Marco Silva é autor do livro “Sala de aula interativa” - marcoparangole@uol.com.br - e professor da Uerj.

O Professor do Terceiro Milênio

O PROFESSOR DO PRÓXIMO MILÊNIO

Andrea Cecilia Ramal
Pesquisadora do Centro Pedagógico Pedro Arrupe
Autora de Histórias de Gente que Ensina e Aprende
Doutora em Educação - PUC-RJ
Diretora da Instructional Design.

Creio que o computador vai substituir o professor. Estou falando, é claro, do professor-transmissor de conteúdos, parado no tempo, aquele das conhecidas fichas que serviam para todas as turmas, ano após ano. Aquele que pensava que, mesmo apresentando as coisas de maneira maçante e tradicional, trazia novidades para pessoas que não sabiam quase nada. Essa transmissão de dados passará a ser feita pelo computador de um modo muito mais interessante: com recursos de animação, cores e sons; o aluno terá papel ativo, buscando os temas em que deseja se aprofundar. Algo excluído há muito tempo do currículo entrará na escola: a própria vida do estudante. Então caberá a nós reinventar a nossa profissão.

Como será o professor do próximo milênio? Acredito que ele será um estrategista da aprendizagem. Alguém que vai precisar conhecer a psicologia e a ecologia cognitivas de seu tempo (em outras palavras: saber como o aluno aprende), para poder criar estratégias de aprendizagem no ambiente do computador.

Existem duas formas de usar a máquina na sala de aula. Uma é como se ela fosse simplesmente um caderno mais prático, ou um quadro-negro mais moderno: por exemplo, colocar os alunos para copiar textos no Word, ou dar aula com apresentações no Powerpoint. Isso não é novidade, é apenas incrementar a aula tradicional com elementos atraentes.

A segunda maneira é tornar o computador um novo ambiente cognitivo, ou seja, compreender que no contexto digital mudam as nossas formas de pensar e, portanto, de aprender. Isso não é inédito na humanidade: quando a escrita surgiu, o mundo começou a pensar diferente, a organizar as idéias de outro modo e a formar novas visões da realidade. Nossa época é tão decisiva na história como aquele momento. Cabeças deixam de ser analógicas para se tornar digitais. Como se estrutura seu pensamento?

Vou dar um exemplo muito simples, a partir da minha experiência. Fui professora de Português/Literatura e Redação e, durante muito tempo, reclamei dos alunos que não queriam fazer rascunho, pensando que era preguiça. Hoje percebo, estudando as práticas de leitura e escrita na cibercultura, que na verdade existe uma nova relação com o erro. Antes, errar significava refazer toda a página. Agora, o esboço é o monitor. O rascunho é o próprio texto. Escrevemos pelo ensaio-e-erro: não gostei deste parágrafo aqui, puxo para lá, excluo, reescrevo - tudo antes de imprimir. É uma espécie de aprendizagem por simulação. Como pretender que os jovens façam rascunho no papel? Isso corresponde ao paradigma da página, da linearidade. Acompanhar o processo de escrita pelos monitores em que os alunos trabalham, em vez de ficar apenas com o resultado final, pode ser uma estratégia para conhecer mais e melhor a dinâmica dos processos de escrita dos estudantes.

Pierre Lévy usa duas expressões interessantes para falar do professor: arquiteto cognitivo e engenheiro do conhecimento. Traduzindo: aquele profissional responsável por traçar e sugerir caminhos na construção do saber.

Esses novos papéis vão exigir mudanças nos cursos de formação docente, abertura permanente ao novo, visão crítica na seleção das informações, sintonia com os desafios de cada momento e atenção constante aos processos educativos, tanto quanto aos resultados. O percurso que cada aluno tiver empreendido, a sua forma de navegação pelo universo do saber, será o contexto do qual o orientador de estudos terá que partir para traçar os próximos links da rede de construção coletiva do pensamento.

Só podemos imaginar que, no próximo milênio, vai ser muito mais difícil ser um mestre. Mas, em contrapartida, estaremos contribuindo para formar, em vez de receptores passivos de conteúdos, seres mais capazes de atribuir novos sentidos para a realidade; pessoas que saibam criar novos saberes, a serviço da humanidade.

Está em nossas mãos, agora, a possibilidade de deletar a escola de portas fechadas e cercadas por muros, para deixar nascer a escola da multiplicidade, do hipertexto, do link, das janelas abertas e das salas de aulas conectadas com o mundo.

E garanto que tem muita gente que mal pode esperar por ela.

23.04.08

Profissão: Mãe ...

Uma Linda Mensagem

Doutoras ...


“Não se preocupe por não poder dar aos seus filhos o melhor de tudo...

Dê a eles o seu melhor.”

( Autor desconhecido )

Certo dia, uma mulher chamada Luciana foi renovar a sua carteira de motorista.

Quando lhe perguntaram qual era a sua profissão, ela hesitou. Não sabia bem como se classificar.

O funcionário insistiu: "o que eu pergunto é se tem um trabalho."

"Claro que tenho um trabalho", exclamou Luciana. "Sou mãe."

"Nós não consideramos isso um trabalho. Vou colocar dona de casa", disse o funcionário friamente.

Uma amiga sua, chamada Marta soube do ocorrido e ficou pensando a respeito por algum tempo.

Num determinado dia, ela se encontrou numa situação idêntica. A pessoa que a atendeu era uma funcionária de carreira, segura, eficiente.

O formulário parecia enorme, interminável.

A primeira pergunta foi: "qual é a sua ocupação?"

Marta pensou um pouco e sem saber bem como, respondeu:

"Sou doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas."

A funcionária fez uma pausa e Marta precisou repetir pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.

Depois de ter anotado tudo, a jovem ousou indagar;

"Posso perguntar, o que é que a senhora faz exatamente?"

Sem qualquer traço de agitação na voz, com muita calma, Marta explicou: "Desenvolvo um programa à longo prazo, dentro e fora de casa."

Pensando na sua família, ela continuou: "sou responsável por uma equipe e já recebi quatro projetos. Trabalho em regime de dedicação exclusiva. O grau de exigência é de 14 horas por dia, às vezes até 24 horas."

À medida que ia descrevendo suas responsabilidades, Marta notou o crescente tom de respeito na voz da funcionária, que preencheu todo o formulário com os dados fornecidos.

Quando voltou para casa, Marta foi recebida por sua equipe: uma menina com 13 anos, outra com 7 e outra com 3.

"Mãe, onde está meu sapato? Mãe, me ajuda a fazer a lição? Mãe, o bebê não pára de chorar. Mãe, você me busca na escola? Mãe, você vai assistir a minha dança? Mãe, você compra? Mãe..."

Subindo ao andar de cima da casa, ela pôde ouvir o seu mais novo projeto, um bebê de seis meses, testando uma nova tonalidade de voz.

Feliz, Marta tomou o bebê nos braços e pensou na glória da maternidade, com suas multiplicadas responsabilidades. E horas intermináveis de dedicação...

Sentada na cama, Marta pensou: "se ela era doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas, o que seriam as avós?"

E logo descobriu um título para elas: doutoras-sênior em desenvolvimento infantil e em relações humanas.

As bisavós, doutoras executivas sênior.

As tias, doutoras-assistentes.

E todas as mulheres, mães, esposas, amigas e companheiras: doutoras na arte de fazer a vida melhor.

Num mundo em que se dá tanta importância aos títulos, em que se exige sempre maior especialização, na área profissional, torne-se especialista na arte de amar.


Deixe uma mulher feliz...
Hoje...
E sempre!!!
E principalmente...

SEJA FELIZ VOCÊ TAMBÉM!!!


21.04.08

Máximas filosóficas.

Máximas de Filosofia


"Escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida" Freud

"A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás; mas só pode ser vivida olhando-se para frente." Kierkegaard

"Uma coletânea de pensamentos é uma farmácia moral onde podemos encontrar a cura dos mais diversos males." Voltaire

"A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original." Einstein

"A grandeza não consiste em receber honras, mas merecê-las." Aristóteles

"Não se pode ensinar alguma coisa a alguém, pode-se apenas auxiliar a descobrir por si mesmo." Galileu

"Todos nós nascemos originais e morremos cópias."Carl J. Jung

"Triste não é mudar de idéia. Triste é não ter idéia para mudar." Francis Bacon

"Existem mais coisas entre o céu e a terra do que sonha a nossa vã filosofia." Shakespeare

"Coloque seus ideais nas estrelas, mesmo que você não consiga alcançar a metade do caminho" Tolstoi

"Só sei que nada sei." Sócrates

"Toda vida é achar-se dentro da 'circunstância' ou do mundo." Ortega Y Gasset

"Homens dominam outros homens e é assim que nasce a diferença dos valores; classes dominam classes e é assim que nasce a idéia de liberdade." Foucault

"Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás passar, para atravessar o rio - ninguém, exceto tu." Nietzsche

"A principal característica da felicidade genuína é a paz, a paz interior." Dalai Lama

"A arte é a magia que liberta a mentira de ser verdadeiras." Adorno

"O único lugar onde o sucesso vem antes de trabalho é no dicionário." Einstein

"Ama-se mais o que se conquistou com esforço." Aristóteles

"Temer o amor é temer a vida e os que temem a vida já estão meio mortos." Russel

"Zombar da filosofia é, na realidade, filosofar" Pascal

"Se um homem não sabe o que uma coisa é, já é um avanço do conhecimento saber o que não é." Jung

"Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha."Confúcio

"O segredo da existência humana consiste não só em viver, mas ainda em encontrar um motivo de viver. "Dostoiévski

"Alguns livros são provados, outros devorados, pouquíssimos mastigados e digeridos." Bacon

"A filosofia está inscrita nesse grande livro - o Universo - que permanece continuamente aberto para nós."Galileu

"Construímos muitos muros e poucas pontes."Isaac Newton

"O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano."Isaac Newton

"O importante não é o que fazem do homem, mas sim o que ele faz ao que fizerem dele." Sartre

"O homem é o capital mais precioso."Karl Marx

"Uma longa viagem começa com um único passo."Lao-Tsé

"O rio atinge seus objetivos porque aprendeu a contornar obstáculos."Lao-Tsé

"Jamais haverá ano novo se continuar a copiar os erros dos anos velhos."Luis de Camões

"A verdadeira filosofia é reaprender a ver o mundo."Merleau-Ponty

"Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho." Gandhi

"Eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens."Pitágoras

"Se é a razão que faz o homem, é o sentimento que o conduz."Rousseau

"Nada mais poderoso do que uma idéia que chegou no tempo certo."Victor Hugo

"Uma palavra nova é como uma semente fresca que se joga no terreno da discussão."Wittgenstein